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Durante o Moto Show Internacional de Genebra, na Suíça, a Goodyear apresentou um novo conceito para o mercado automobilístico. O pneu em questão se destaca dos pneus convencionais por ter o formato do uma bola. Segundo a Goodyear, esse conceito traria um avanço na capacidade de manobra, possibilitando que o veículo se movimente em qualquer direção e tornando mais fácil manobrar em espaços pequenos. É um pneu de formato esférico cuja utilização abriria um leque de possibilidades impressionante além de proporcionar maior aderência nas pistas por conta da maior superfície de contato.

É inevitável olhar uma apresentação de uma tecnologia e imaginar os veículos que utilizariam este produto incrível. Além de o pneu ser um item revolucionário os veículos que poderiam utilizá-lo deveriam vir com uma tecnologia avançada que já é conhecido, porém não em grande escala. A grande sacada tecnológica seria a forma de se conectar ao veículo pois dispensaria totalmente o uso de rodas. O modelo de Pneu mantém-se preso por conta da levitação magnética. Imagine um esquema muito semelhante ao que acontece com trens com essa tecnologia. Porém até mesmo a tecnologia de trens é uma raridade. A demonstração da GoodYear aponta que o sistema semelhante ao de levitação magnética presentearia o usuário com a estética ultra moderna pois é como se a carroceria flutuasse além de aumentar o conforto dos passageiros e reduzir ruídos.

Joseph Zekoski, vice-presidente sênior e diretor técnico da Goodyear afirma que os pneus conceituais da Goodyear desempenham uma função dual no futuro como plataformas criativas para alargar as fronteiras do pensamento convencional e como bancos de ensaios para as tecnologias de nova geração.

Os SUVs são confortáveis, espaçosos e potentes e caíram de vez no gosto dos brasileiros, apesar dos preços mais salgados, já marcam presença entre os carros mais vendidos do país. O Honda HR-V, por exemplo, é o 14º carro mais vendido do Brasil no acumulado de janeiro a novembro, segundo dados da Fenabrave. O Jeep Renegade aparece em 19º lugar e o Renault Duster em 21º.

Mas, para desfrutar das suspensões avantajadas e dos designs modernos dos modelos SUVS, é preciso preparar o bolso. Além de serem carros que costumam ter consumo elevado de combutível, seus preços partem dos 56 mil reais (valor do Renault Duster 1.6) e facilmente superam a casa dos 100 mil reais, como é o caso dos modelos Toyota RAV4, Audi Q3 e Mitsubish Pajero.

Esses e outros valores podem ser conferidos nesta lista, que reúne os preços dos 10 carros SUVs mais vendidos do Brasil entre janeiro e novembro de 2015.

O levantamento considerou apenas os veículos zero-quilômetro e destacou os valores das versões mais baratas, intermediárias e mais caras de cada carro. Para alguns modelos foram incluídos apenas o preço de uma ou duas versões, pois eles não possuem mais versões zero-quilômetro à venda atualmente.

Todos os preços foram consultados na Tabela Fipe de veículos e a classificação dos SUVs mais vendidos foi baseada no ranking de emplacamentos da Fenabrave.

Confira quanto custam os carros SUVs mais vendidos do país no acumulado de 2015 até novembro. Os veículos aparecem na ordem do mais vendido para o menos vendido.

1º lugar: Honda HR-V

Versão Preço
HR-V LX 1.8 Flexone 16V 5p Mec. R$ 72.900,00
HR-V LX 1.8 Flexone 16V 5p Aut. R$ 78.900,00
HR-V EX 1.8 Flexone 16V 5p Aut. R$ 83.690,00
HR-V EXL 1.8 Flexone 16V 5p Aut. R$ 92.810,00

2º lugar: Jeep Renegade

Versão Preço
Renegade1.8 4×2 Flex 16V Mec. R$ 69.678,00
Renegade Sport 1.8 4×2 Flex 16V Mec. R$ 74.250,00
Renegade Sport 1.8 4×2 Flex 16V Aut. R$ 80.375,00
Renegade Sport 2.0 4×4 TB Diesel Aut. R$ 104.020,00
Renegade Longitude 1.8 4×2 Flex 16V Aut. R$ 92.050,00
Renegade Trailhawk 2.0 4×4 TB Diesel Aut R$ 126.560,00

3º lugar: Renault Duster

Versão Preço
DUSTER 1.6 Hi-Flex 16V Mec R$ 56.026,00
DUSTER TECHROAD 1.6 Hi-Flex 16V Mec. R$ 58.458,00
DUSTER OUTDOOR 1.6 Hi-Flex 16V Mec. R$ 59.307,00
DUSTER Expression 1.6 Hi-Flex 16V Mec. R$ 62.490,00
DUSTER Dynamique 1.6 Hi-Flex 16V Mec. R$ 68.100,00
DUSTER Dynamique 4×4 2.0 Hi-Flex 16V Mec R$ 77.590,00

4º lugar: Ford EcoSport

Versão Preço
EcoSport S 1.6 16V Flex 5p R$ 56.740,00
EcoSport SE 1.6 16V Flex 5p Mec. R$ 65.160,00
EcoSport SE 1.6 16V Flex 5p Aut. R$ 70.707,00
EcoSport FREESTYLE 1.6 16V Flex 5p R$ 71.314,00
EcoSport TITANIUM 1.6 16V Flex 5p R$ 73.660,00
EcoSport TITANIUM 2.0 16V Flex 5p Aut. R$ 83.047,00

5º lugar: Hyundai ix35

Versão Preço
ix35 2.0 16V 2WD Flex Aut. R$ 109.000,00
ix35 2.0 Launching Edition 16V Flex Aut. R$ 114.100,00

6º lugar: Hyundai Tucson

Versão Preço
Tucson 2.0 16V Flex Aut. R$ 73.233,00

7º lugar: Chevrolet Tracker

Versão Preço
TRACKER LTZ 1.8 16V Flex 4×2 Aut. R$ 84.283,00

8º lugar: Mitsubish ASX

Versão Preço
ASX 2.0 16V 160cv Mec. R$ 89.250,00
ASX 2.0 16V 160cv Aut. R$ 95.900,00
ASX O NEILL 2.0 16V 160cv Aut. R$ 98.900,00
ASX 2.0 16V 4×4 160cv Aut. R$ 111.500,00
ASX 2.0 16V 4×2 Aut.(By Amura-Blind.) R$ 130.500,00
ASX 2.0 16V 4×4 Aut.(By Armura-Blind.) R$ 143.000,00

9º lugar: Toyota SW4

Versão Preço
Hilux SW4 SR 4×2 2.7/2.7 Flex 16V Mec. R$ 116.900,00
Hilux SW4 SR 4×2 2.7/ 2.7 Flex 16V Aut R$ 121.579,00

10º lugar: Mitsubish Outlander

Versão Preço
OUTLANDER 2.0 16V 160cv Aut. R$ 117.950,00
OUTLANDER 3.0/ GT 3.0 V6 Aut. R$ 152.966,00
OUTLANDER 2.2 165cv Diesel Aut. R$ 175.950,00
OUTLANDER PHEV (Hybrid) 2.0 16V 4×4 Aut R$ 197.966,00

Fonte: EXAME.com por Priscila Yazbek

Entidade defende antecipação de condições para retomada em 2016

Diante da iminente queda de 45% das vendas de implementos rodoviários em 2015, a associação do setor, Anfir, defende a definição antecipada das taxas de juros e demais condições de financiamento para o segmento em 2016.

“A indústria poderia se recuperar com o Finame-TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) na qual o BNDES empresta os recursos cobrando spread que historicamente fica próximo a 1% ao ano, além da taxa de intermediação dos agentes financeiros que pode ser de até 4% ao ano”, explica o presidente da entidade, Alcides Braga. “Dessa forma a taxa anualizada ficaria ao redor de 12% ao ano”, acrescenta.

– Veja aqui os dados da Anfir.

Segundo Braga, a maior parte dos recursos do Finame calculado pelo TJLP tem origem no FAT (Fundo de Ampara ao Trabalhador). “Isso significa que a verba já existe e na prática não representaria subsídios por parte do governo”, argumenta. O executivo afirma ainda que se o BNDES financiar entre 80% e 90% do bem para pequenas e médias empresas e entre 70% e 80% para as companhias de grande porte os negócios deverão retomar à normalidade de forma gradativa.

 

Por outro lado, o executivo recorda que o convênio assinado entre Anfir e Caixa Econômica Federal durante a última Fenatran (leia aqui) pode dar mais fôlego financeiro às empresas. No contrato o banco oferecerá linhas de capital de giro para antecipação de contratos com fornecedores além de oferecer condições especiais para pagamento das despesas relacionadas ao 13º salário das empresas associadas. Ambas as ofertas têm condições especiais de taxas de juros.

“Esse suporte da Caixa com taxa de juros diferenciada representa na prática um apoio importante para a indústria no momento atual”, afirma Braga.

BALANÇO

O mercado de implementos rodoviários de 2015 já é 43,5% menor que o de 2014, considerando os dados do acumulado de janeiro a novembro, quando a indústria entregou 81,7 mil unidades contra as 144,9 mil de um ano antes. “Infelizmente a previsão de queda de aproximadamente 45% deverá ser cumprida”, avalia Braga.

A retração ocorre tanto no segmento leve quanto pesado: no de reboques e semirreboques a retração é de 47% com o emplacamento de 27,2 mil carretas enquanto que no de carrocerias sobre chassis a queda acumulada chega a 41,6% com a venda de 54,5 mil unidades.

As denominadas oportunidades de negócios geradas para o setor durante da Fenatran podem de alguma forma frear a tendência de queda para os resultados do ano que finda. A Anfir registrou 5,7 mil interessados em comprar implementos durante os cinco dias da feira.

“Se essas vendas forem concluídas ainda em 2015 elas poderão reduzir o impacto da queda. Mas pela natureza da venda de implementos rodoviários é provável que a maioria desses negócios entre nas estatísticas somente em 2016”, estima o diretor executivo da entidade, Mario Rinaldi.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia_det.aspx?id_noticia=23148

LED, em português diodo emissor de luz. Envolve uma tecnologia simples, de semicondutores, que são materiais de menor custo e que dissipam a energia excedente que recebem em forma de luz, ao contrário do que acontece com outros materiais, que perdem muita energia em forma de calor e que iluminam muito menos.

Hoje, esta tecnologia representa o que há de mais moderno em termos de iluminação. Nos LEDs, a transformação de energia elétrica em luz é feita na matéria, portanto sem filamentos, vidros, etc, aumentando sua robustez.

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Empresas pioneiras no Brasil especializaram-se em produtos automotivos esportivos e profissionais e desenvolveram uma ampla linha com produtos de acessórios automotivos, segurança e sinalização. A sustentabilidade é um ponto importante quando o assunto é iluminação através de LED, o uso de matéria-prima é menos impactante. Graças à redução de gastos energéticos e o baixo consumo elétrico de altíssima durabilidade, livre de metais pesados e gases tóxicos a tecnologia LED tem pouca contribuição para a poluição. Além de sua emissão de luz ser pura, pois o LED emite um comprimento de onda que gera luz numa frequência determinada e específica conduzindo uma única cor de luz.

Ao contrário das lâmpadas de descargas, os LEDs não sofrem interferência em sua vida pelo ligar e desligar. Enquanto as lâmpadas comuns tem um número determinado de acendimentos em sua vida, os LEDs podem ser ligados e desligados em quantidades indeterminadas com garantia de vida útil. Outra vantagem do LED é que o tempo de acendimento completo é instantâneo não existe necessidade de tempo de espera para que a lâmpada atinja sua potência máxima. Os inúmeros benefícios garantem que a Tecnologia LED é a chave para o futuro sustentável da iluminação.

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